Entre as décadas de 80 e 90 o consumo de ovos foi banido dos ditos “cardápios saudáveis”, devido à disseminação de notícias que afirmavam que seu consumo teria uma forte relação com o aumento das chances de desenvolvimento de doenças isquêmicas do coração.
Deve-se, no entanto, ressaltar que as doenças do coração não estão relacionadas somente aos hábitos alimentares, mas também ao sedentarismo, hábito de fumar, história familiar, diabete, obesidade e hipertensão.
Muito se fala a respeito das possíveis conseqüências em relação à ingestão de ovos, dentre elas está o aumento do colesterol sanguíneo.
No entanto, em estudo realizado por nutricionistas da Universidade Estadual do Kansas, ficou comprovado que um fosfolipídio do ovo interfere na absorção do colesterol, reduzindo notadamente sua captação pelo intestino.
Mesmo que uma grande quantidade de colesterol seja consumida quando um ovo é ingerido, muito desse colesterol se torna "indisponível para absorção" na presença do fosfolipídio. A inibição não é de 100%, mas a quantidade absorvida é significativamente reduzida.
Bom, bonito e barato, o ovo é considerado um alimento nutricionalmente completo e ideal para o consumo, possui vitaminas A, D, E, e do grupo B e minerais, entre os quais predominam o ferro, fósforo, zinco e selênio, que ajudam na homeostase do organismo. Por ser uma proteína de origem animal, fornece aminoácidos essenciais, os quais nosso corpo é incapaz de sintetizar.

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