terça-feira, 13 de dezembro de 2011

OBESIDADE: COMO TRATAR?

É uma Doença Inflamatória;

Não deve ser tratada pela contagem de calorias ou de açúcares consumidos;

A escolha dos alimentos é de acordo com as características individuais;

As toxinas ambientais também deixam as pessoas mais predispostas à obesidade e a outras desordens metabólicas;

Uma dieta “antioxidante” individualizada pode ser bastante útil para combatê-las e ajudar na perda e no controle de peso;




sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Dormir Emagrece

ALTERAÇÕES DO SONO PODEM SIM LEVAR À OBESIDADE.

Dormir pouco favorece à obesidade por alguns fatores especialmente:

Quem dorme menos tem mais cansaço durante o dia e se exercita menos.

Quem dorme menos, dorme tarde, acorda durante a noite, tem mais tempo livre para beliscar, e em geral, são alimentos com alta densidade energética.

Dormir pouco reduz a LEPTINA, hormônio que estimula a saciedade e promove aumento do gasto de energia.

Dormir pouco aumenta GRELINA, que provoca aumento do apetite e hiperatividade de enzimas formadoras de gordura, levando ao seu acúmulo.

 

Dormir pouco reduz SEROTONINA e MELATONINA, o que provoca períodos de compulsão durante o dia, ataques de geladeira, e apetite excessivo para fontes de carboidratos, em alguns por carboidratos doces e em outros por carboidratos salgados.


Cuide do seu sono.







terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Os Benefícios do OVO

Entre as décadas de 80 e 90 o consumo de ovos foi banido dos ditos “cardápios saudáveis”, devido à disseminação de notícias que afirmavam que seu consumo teria uma forte relação com o aumento das chances de desenvolvimento de doenças isquêmicas do coração.



Deve-se, no entanto, ressaltar que as doenças do coração não estão relacionadas somente aos hábitos alimentares, mas também ao sedentarismo, hábito de fumar, história familiar, diabete, obesidade e hipertensão.


Muito se fala a respeito das possíveis conseqüências em relação à ingestão de ovos, dentre elas está o aumento do colesterol sanguíneo.


No entanto, em estudo realizado por nutricionistas da Universidade Estadual do Kansas, ficou comprovado que um fosfolipídio do ovo interfere na absorção do colesterol, reduzindo notadamente sua captação pelo intestino.


Mesmo que uma grande quantidade de colesterol seja consumida quando um ovo é ingerido, muito desse colesterol se torna "indisponível para absorção" na presença do fosfolipídio. A inibição não é de 100%, mas a quantidade absorvida é significativamente reduzida.


Bom, bonito e barato, o ovo é considerado um alimento nutricionalmente completo e ideal para o consumo, possui vitaminas A, D, E, e do grupo B e minerais, entre os quais predominam o ferro, fósforo, zinco e selênio, que ajudam na homeostase do organismo. Por ser uma proteína de origem animal, fornece aminoácidos essenciais, os quais nosso corpo é incapaz de sintetizar.